26 de outubro de 2016
22 de outubro de 2016
Boa noite e excelente domingo!
Dizia-se que havia um sábio na Índia que tinha o
segredo da felicidade, e que o guardava cuidadosamente em um cofre.
O rei mandou chamá-lo e lhe ofereceu muito dinheiro pelo cofre, mas o sábio simplesmente recusou a oferta, dizendo que era algo que o dinheiro não podia comprar.
Um dia, uma criança se apresentou diante do sábio.
Sábio, por favor, ensine-me o segredo da felicidade.
Movido pela pureza e inocência da criança, o sábio então lhe disse:
Preste muita atenção.
O rei mandou chamá-lo e lhe ofereceu muito dinheiro pelo cofre, mas o sábio simplesmente recusou a oferta, dizendo que era algo que o dinheiro não podia comprar.
Um dia, uma criança se apresentou diante do sábio.
Sábio, por favor, ensine-me o segredo da felicidade.
Movido pela pureza e inocência da criança, o sábio então lhe disse:
Preste muita atenção.
A primeira coisa que você deve fazer é amar-se e
respeitar-se e dizer a si mesmo todos os dias que você pode vencer todos
os obstáculos que se apresentarem na sua vida. Isso se chama
autoestima.
A segunda que deve fazer é pôr em prática o que
você diz e o que pensa.
A terceira, jamais invejar alguém pelo que ele tem
ou é. Eles já alcançaram as suas metas, agora alcance as suas.
A quarta, jamais guardar rancor de ninguém no seu
coração.
A quinta, não se apoderar do que não é seu.
A sexta, jamais maltratar alguém; todos os seres
têm o direito de ser respeitados e queridos.
E a última coisa que você deve fazer é acordar
todos os dias com um sorriso e descobrir em todas as pessoas e em todas as
coisas o seu lado positivo. Pense na sorte que você tem.
Ajude a todos sem pensar no que poderá obter em
troca e passe adiante o segredo da felicidade.
Conto indiano
Foto: Maria Luzia
13 de outubro de 2016
Poema do Milho
Sou a planta humilde
Dos quintais pequenos e das lavouras pobres;
Meu grão, perdido por acaso, nasce e cresce na
terra descuidada;
Ponho folhas e haste…
E se me ajudares Senhor,
Mesmo planta de acaso,
Solitária, dou espigas e devolvo
Dou espigas e devolvo em muitos grãos o grão
perdido inicial
Salvo por milagre, que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo.
E de mim, não se faz o pão alvo, universal.
O Justo não me consagrou Pão da Vida,
Nem lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial
Dos que trabalham a terra,
onde não vinga o trigo nobre.
Sou de origem obscura e de ascendência pobre.
Alimento de rústicos e animais do jugo.
Fui o angu pesado e constante do escravo na
exaustão do eito;
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante;
Sou a farinha econômica do proletário;
Sou a polenta do imigrante
E amiga dos que começam a vida em terra estranha.
Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos
paióis;
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado;
Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que
amanhece;
Sou o cacarejo alegre das poedeiras à volta dos
seus ninhos.
Sou a pobreza vegetal,
Agradecida a Vós, Senhor,
Que me fizeste necessária e humilde
Sou o milho.
Cora Coralina
Imagem do Google
Bom resto de tarde!
Somos aquilo
que sentimos e percebemos.
Se estamos zangados, somos a raiva.
Se estamos apaixonados, somos o amor.
Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha.
Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão.
Enquanto sonhamos, somos o sonho.
Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica.
Se estamos zangados, somos a raiva.
Se estamos apaixonados, somos o amor.
Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha.
Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão.
Enquanto sonhamos, somos o sonho.
Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica.
Thich Nhat Hanh
Imagem do Google
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